PM intercepta dinamite em caixa eletrônico no interior

Artefato foi encontrado por cliente que tentava fazer saque

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Artefato encontrado no caixa eletrônico (Foto: PM)

Um artefato explosivo, semelhante a uma banana de dinamite, estava acoplado a um caixa eletrônico do Bradesco e foi encontrado na manhã desta quinta-feira, 23, no ponto bancário instalado na cidade de Areia Branca. O artefato não chegou a explodir, os policias constataram que parte do pavio foi queimada e que teria apagado antes de atingir a parte explosiva, conforme observações do cabo Vinícius, que atua na 1ª Companhia do 3º Batalhão da Polícia Militar.

O artefato explosivo foi localizado por volta das 8h30 da manhã desta quinta-feira, 23, por um cliente, que tentava fazer um saque no ponto bancário, localizado na rua Heráclito Diniz, no centro da cidade de Areia Branca, que funciona em anexo a um prédio de dois pavimentos praticamente vizinho à sede da Polícia Militar. Os policiais acionaram a equipe especializada do Centro de Operações Especiais (COE) da PM para desativar o artefato.

De acordo com informações do cabo Vinícius, uma mulher que fazia caminhada no início da manhã desta quinta-feira, 23, teria percebido três homens correndo na cidade. “Mas ela pensou que eles estariam correndo para pegar o ônibus”, informou o policial, que não descarta a possibilidade dos rapazes terem articulado o crime.

Ponto bancário permanece interditado (Foto: Portal Infonet)
Ponto bancário permanece interditado (Foto: Portal Infonet)

A equipe da 3ª Companhia fez o isolamento da área, interditaram o ponto bancário e constataram que o caixa eletrônico apresenta danos, indicando que os assaltantes teriam utilizado pé de cabra para depredá-lo. O artefato explosivo foi retirado pela equipe do COE com uso de um braço mecânico e transportado para Aracaju, onde será destruído em área desabitada.
Segundo informações do tenente-coronel Paulo César Paiva, chefe da 5ª Seção da PM, setor responsável pela Comunicação Social da Polícia Militar, nos primeiros momentos, os policiais não tiveram a certeza de que se tratava de artefato verdadeiro, mas ficou constatada que não se tratava de objeto falsificado durante a análise realizada pela equipe especializada do COE.

Por Cássia Santana